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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Pontilhismo 2016

Os alunos do 1º ano do ensino médio estão muito criativos neste ano letivo de 2016. Foi proposto às turmas que cada aluno faria uma produção artística utilizando o elemento básico da linguagem visual PONTO. Os materiais utilizados foram papel sem pauta tamanho A4, lápis grafite e hidrocor (marcador) para finalizar o trabalho.
A técnica do Pontilhismo surgiu por volta do século XIX durante o movimento Pós-Impressionista, e um dos seus maiores representantes foi o pintor francês Georges Seurat. Ele usava apenas pontos, em vez de pinceladas para criar efeitos visuais e coloridos na tela, sem misturar a tinta na palheta. Muitas gravuras também utilizam os pontos para criar sombreamento e textura, nesse caso em preto e branco.Veja aqui a postagem sobre o elemento Ponto.
E abaixo alguns dos melhores trabalhos feitos com a técnica do Pontilhismo. Clique na imagem para ampliá-la:


Alice Manuella, 102.
Carlos Eduardo Diniz, 102


Kaleu. 101
Letícia Santos, 102

Amanda Maciel, 106


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Titulo, autor.
Titulo, autor.

Autor, turma
Autor, turma

Autor, turma
Autor, turma

Autor, turma
Autor, turma

Autor, turma
 Autor, turma
Obs.: os nomes dos autores que não coloquei, colocarei depois.

domingo, 2 de outubro de 2011

Releituras dos alunos

É com orgulho que apresento  neste post alguns trabalhos de releituras realizados pelos meus alunos do 3º ano do C.E. Domingos Vieira Filho (turno matutino).
São releituras de obras de artistas que têm destaque na História da Arte no mundo e no Brasil. A proposta também contempla um seminário realizado em sala de aula onde os alunos  falam sobre o trabalho desenvolvido.
Apreciem:





Maçã borboleta - Vladimir Kush. 1978.
Releitura dos alunos da turma 301 
(Hemerson, Luan Felipe,  Andressa, Leonardo Lima e Anderson)



Monalisa - Leonardo da Vinci. 1516.
Releitura dos alunos da turma 301 
(Salomão, Railton, Ozeas e Leilson)

Abaporu - Tarcila do Amaral. 1928
Releitura dos alunos da 302 
(Arilene, Daniela, Fernanda e Patricia )

Meninos brincando - Portinari. 1940.


Releitura dos alunos da 302 
(Mayk, Amanda Michele e Carol)

La Musique - Matisse. 1939.
Releitura dos alunos da 303 
(George Lucas, Raul, Harleson, Débora e Márcia)

Autoretrato - Tarsila do Amaral. 1923
Releitura dos alunos da 303
(Ana Carolina Martins, Gilda Souza, Brenda, Ricardo Silva)

Autoretrato (O desespero) - Courbet. 1845.Célula 1
Releitura dos alunos da 303
(Thiago Barros, Thyago Vitor, Yuri, Lincon, Adiléia)

A idílica infância - Willian-Adolph Bouguereau. 1900.
 Releitura dos alunos da 303
(Erika, Ana Carolina Sales, Joseilma, Jackeline, Leysiane)

Operários - Tarsila do Amaral. 1933.
 Releitura dos alunos da 303
(Erika, Ana Carolina Sales, Joseilma, Jackeline, Leysiane)


Obs.: Postagem em construção. Breve postarei mais fotos dos trabalhos dos alunos. Aguarde.

sábado, 16 de julho de 2011

Projeto "Folclore e cultura popular maranhense"

Olá, caro visitante.
Este post foi escrito especialmente para parabenizar os alunos do 3º ano do Ensino Médio do CE Domingos Vieira Filho que pesquisaram, estudaram e se empenharam em descobrir um pouco mais sobre a cultura popular do estado do Maranhão ao realizar o projeto dentro da disciplina Arte.
A proposta era fazer uma pesquisa, principalmente de campo, a fim de estudar e registrar através das novas tecnologias digitais, o folclore e a cultura popular do Maranhão,  utilizando este blog, valendo-se do webquest com mesmo nome do projeto (ver webquest).
Algumas equipes criaram apresentações de slides, outras levaram para a sala de aula vídeos (projetados pelo data-show da escola) e ainda teve equipe que levou objetos reais, como roupas e adereços próprios da indumentária da brincadeira ou folguedo.
Infelizmente nem todas as equipes apresentaram, perdendo a oportunidade de desenvolver e praticar a investigação científica, passo importante para a sua formação intelectual e que, com certeza será uma constante em sua vida acadêmica daqui em muito breve.
Bom, mas isso foi só uma minoria. Acredito que o que é mais importante foi o fato de todos terem aproveitado a chance, mesmo como ouvintes, de conhecer e valorizar a nossa identidade cultural.
Foi muito bom ouvir a declaração de uma aluna quando afirmou que ela mudou sua opinião sobre o Bumba-meu-boi sotaque de Zabumba ao pesquisar sobre o tema. Agora ela já não o acha feio e sem graça como antes, pois começou a entender suas origens e sua beleza que não compreendia. Na verdade, ela percebeu que a beleza da manifestação está na simplicidade e na originalidade de quem resiste e tenta manter viva uma cultura que está sendo substituída pela cultura de massa (assunto que trataremos adiante).
Congratulações a todos vocês. Espero que tenhamos outras experiências como essa.